sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

António Marinho e Pinto, Bastonário da Ordem dos Advogados , Austeridade e privilégios, no Jornal de Notícias. Excertos:


«[...] O primeiro-ministro, se ainda possui alguma réstia de dignidade e de moralidade, tem de explicar por que é que os magistrados continuam a não pagar impostos sobre uma parte significativa das suas retribuições; tem de explicar por que é que recebem mais de sete mil euros por ano como subsídio de habitação; tem de explicar por que é que essa remuneração está isenta de tributação, sobretudo quando o Governo aumenta asfixiantemente os impostos sobre o trabalho e se propõe cortar mais de mil milhões de euros nos apoios sociais, nomeadamente no subsídio de desemprego, no rendimento social de inserção, nos cheques-dentista para crianças e — pasme-se — no complemento solidário para idosos, ou seja, para aquelas pessoas que já não podem deslocar-se, alimentar-se nem fazer a sua higiene pessoal.

O primeiro-ministro terá também de explicar ao país por que é que os juízes e os procuradores do STJ, do STA, do Tribunal Constitucional e do Tribunal de Contas, além de todas aquelas regalias, ainda têm o privilégio de receber ajudas de custas (de montante igual ao recebido pelos membros do Governo) por cada dia em que vão aos respetivos tribunais, ou seja, aos seus locais de trabalho.

Se o não fizer, ficaremos todos, legitimamente, a suspeitar que o primeiro-ministro só mantém esses privilégios com o fito de, com eles, tentar comprar indulgências judiciais.»
"A vida corre atrás de nós para nos roubar aquilo que em cada dia temos menos."

domingo, 30 de dezembro de 2012

Resultado das SONDAGENS

Qual o desempenho das Juntas de Freguesia

Quem solicitou a sondagem?



quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Ricardo Araújo Pereira – Notas sobre finanças (e chimpanzés)


Após alguma reflexão sobre o assunto, ocorreu-me que talvez fosse importante que alguém apresentasse Vítor Gaspar a um ser humano.

Podia ser um encontro discreto, a dois, só com um terceiro elemento que começasse por fazer as honras: "Vítor, é o ser humano. Ser humano, é o Vítor." E depois ficavam a sós, a conviver um bocadinho.

Perspicaz como é, o ministro haveria de reparar que, entre o ser humano e um algarismo, há duas ou três diferenças. O ser humano comparece com pouca frequência nas folhas de excel, ao contrário do algarismo. E o algarismo não passa fome nem morre, ao contrário do ser humano.

É raro encontrarmos uma lápide, no cemitério, com a inscrição: "Aqui jaz o algarismo 7. Faleceu na sequência de um engano numa multiplicação. Paz à sua alma."

Mal o ministro tivesse percebido bem a diferença entre o ser humano e os números, poderia voltar às suas folhas de cálculo.  
Admito que se trata de uma experiência inédita, mas gostaria muito de a ver posta em prática.

Houve um tempo em que quem não soubesse de economia estava excluído da discussão política. Felizmente, esse tempo acabou. Os que percebem de economia são os primeiros a errar todos os cálculos, falhar todas as previsões, agravar os problemas que pretendiam resolver.

As propostas de um leigo talvez sejam absurdas, irrealistas e inexequíveis. Não faz mal: as do ministro também são. Estamos todos em pé de igualdade.

A realidade não aprecia economistas. Se um chimpanzé fosse ministro das Finanças, talvez a dívida aumentasse, o desemprego subisse e a recessão se agravasse. Ou seja, ninguém notava.

Como toda a gente, também tenho uma sugestão para reduzir a despesa. Proponho que Portugal venda uma auto-estrada para o Porto. Temos três, e não precisamos de todas. Há-de haver um país que esteja interessado numa auto-estrada para o Porto. Não há nenhuma auto-estrada para o Porto no Canadá, por exemplo. Nem na Noruega. (Eu confirmei estes dados.) São países ricos, aos quais uma auto-estrada para o Porto pode dar jeito. Fica a proposta. Não é a mais absurda que já vi.

P.S.: Alguns leitores atentos tiveram a gentileza de me alertar para o facto de o título da minha última crónica (Meus caros portugiesisch ) não fazer sentido. Em alemão, aquilo não se diz assim, como qualquer pessoa minimamente versada em alemão saberia. Sucede que isso fazia parte da minha estratégia para caricaturar a altivez de Angela Merkel em relação aos portugueses. O objectivo era mostrar que ela é arrogante a ponto de cometer erros básicos, mesmo quando se nos dirige na sua própria língua, por considerar que nós não merecemos mais consideração. Ao contrário do que uma análise superficial poderia indicar, não se tratou de ignorância minha. Não fui à internet traduzir toscamente para alemão o que pretendia dizer, sendo induzido em erro pelo tradutor do Google. Não, não. Nem pensar nisso. Foi um erro extremamente voluntário. Mas agradeço na mesma.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Sondagem

Sondagem do mês de Novembro, reflete a evolução do sentido de voto no que ao Governo diz respeito.
O PS aparece com uma intenção de voto de 32% e o PSD de 26%.
Existe assim uma diferença de 6 pontos percentuais no sentido de voto entre os 2 principais partidos do país.

domingo, 9 de dezembro de 2012

Mosterirense - Esperança

Decorreu esta tarde o derbi que acabou com a vitoria da equipa forasteira por 1-3.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Centro Escolar


Presidente da Câmara, Fermelinda Carvalho, disse em Reunião da Câmara que quase pode garantir que o Centro Escolar de Arronches vai ser uma realidade.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Orgãos sociais da Associação Casa Juvenil Nª Sr.ª de Assunção


Assembleia Geral:
Presidente – Fermelinda de Jesus Pombo Carvalho
1º Vogal – Francisco Monteiro Rasquilha Corado
2º  Vogal – Madalena de Jesus Velez Cabaço

 Direcão:
Presidente – Maria João Moura Romão Valentim
Vice-Presidente – João Carlos Ventura Crespo
Tesoureiro – José Manuel Carrilho Trindade
1º - Vogal Ana Bela Pinguelo Mirrado
2º - Vogal Ana Paula Cardoso Tavares

Conselho Fiscal:
Presidente – Abílio António do Carmo Panasco
1º Vogal – Maria Isabel Marouço Ponte de Abreu Correia Pereira
2º Vogal – Luís António Porto Ramalho